CORONAVÌRUS: É a microtrombose venosa, não a pneumonia, que determina a mortalidade, este estudo está sendo comprovado por médicos Brasileiros e Italianos

COVID-19: COAGUALAÇÃO INTRAVASCUAL DISSEMINADA (TROMBOSE) é que causa a morte. Então, a maneira de combatê-lo é com antibióticos, anti-inflamatórios e anticoagulantes.

Por Marco Antônio Gomes de Carvalho em 24/04/2020 às 14:29:53
Cuidados do cidadão na Itália

Cuidados do cidadão na Itália

Saiba o que

revelam

as autópsias

feitas em

vítimas do

novo coronavírus.

Estudos de Brasileiros

e Italianos



Cientistas da equipe de Paulo Saldiva, professor titular do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e Médicos Italianos chegam à mesmo conclusão: Não é a pneumonia que mata, o que mata pelo coronavírus é a MICROTROMBOSE


(Jacob King - WPA Pool/Getty Images)
(Jacob King - WPA Pool/Getty Images)

Sepultados sem velório, em caixão fechado e isolados em seus momentos finais, os mortos pela Covid-19 no Brasil começam a ajudar os médicos a aprender sobre a doença e a impedir que mais pessoas morram. Usando uma estratégia de autópsia minimamente invasiva, para evitar o contágio, cientistas da equipe de Paulo Saldiva, professor titular do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) se defrontaram com a "enorme agressividade do coronavírus" e encontraram pistas de seus esconderijos.

Ele apresentou os primeiros resultados numa sessão científica virtual na Academia Nacional de Medicina (ANM), da qual é membro. O trabalho foi realizado com as médicas e pesquisadoras da USP Marisa Dolhnikoff e Renata Monteiro.

Foi a forma que encontramos de investigar os corpos de vítimas dessa doença altamente contagiosa. As autópsias convencionais estão paradas. Então usamos tomografia, ultrassom e microscopia. Imagens de ultrassom nos guiam para retirar, por meio de punção por agulha, amostras dos órgãos. As amostras são depositadas num biorepositório para análises futuras. Já tínhamos empregado esse método antes.

Em que circunstâncias?

Já usamos essa técnica para analisar o cérebro de vítimas do mal de Alzheimer. Também, por exemplo, em casos de jovens pacientes com câncer, que não sobreviviam ao transplante. E temos o duvidoso privilégio de esta ser a terceira vez em que estudamos doenças infecciosas com autópsias minimamente invasivas.

Quais foram as anteriores?

A primeira foi com o H1N1, em 2009. Fizemos mais de mil autópsias, é a maior amostra do mundo. E estamos observando que o coronavírus é mais agressivo do que o H1N1. Ele promove uma depressão muito grande do sistema de defesa. O corpo fica entregue à própria sorte.

E a segunda vez?

A segunda vez foi com a febre amarela. Fizemos 80 autópsias. As vítimas tinham claros sinais de tempestade imunológica, a chamada tempestade de citocinas. Ainda temos dúvidas sobre as tempestades de citocinas na Covid-19. As autópsias nos mostram informações que de outra forma não acessaríamos. Por isso, as famílias que autorizam as autópsias fazem um gesto fundamental. É uma doença contagiosa, os órgãos não poderiam ser mais usados. Então, essas famílias doam conhecimento.

E o que já aprenderam?

Estamos no início. Mas já observamos enorme destruição, o coronavírus ataca com enorme agressividade.

Em quanto tempo os resultados ficam prontos?

Temos procurado ser os mais ágeis possível. O resultado fica pronto de um dia para o outro. Repassamos os resultados em reuniões regulares com o pessoal que está em atendimento nas UTIs.

Quantas autópsias já realizaram?

Já fizemos 15 autópsias, apresentamos os resultados de dez delas. Mas a nossa meta é chega a cerca de 60. Com elas, queremos dar aos médicos uma chance de ver o que acontece dentro das células dos pacientes.

Qual era o perfil das vítimas?

As dez vítimas da Covid-19 cujos corpos foram autopsiados primeiro tinham entre 33 anos e 83 anos, cinco homens e cinco mulheres. Três deles chegaram ao hospital para morrer. Já vieram muito doentes. Os demais ficaram até 15 dias internados. Com o estudo desses corpos queremos saber por que alguns casos evoluem tão depressa e outros se prolongam tanto até o desfecho fatal. Uma pessoa que passou 15 ou 20 dias internada e faleceu ficou 20 dias doente ou a infecção a afetou por muito mais tempo? Não sabemos.

O que viram?

Estudamos vários órgãos, como o pulmão, o fígado, os rins e o baço. Vimos uma agressividade impressionante do coronavírus. E sinais da resposta imunológica. Mas não sabemos como o coronavírus ilude a resposta imunológica. Queremos descobrir por que o coronavírus ataca com tanta avidez o sistema respiratório. Observamos que 80% das vítimas fatais sofreram microtrombos, principalmente nos pulmões.

O que são esses microtrombos?

São entupimentos dos pequenos vasos sanguíneos. Obstruídos, eles param de levar sangue para os pulmões. O vírus de alguma forma causa trombose, queremos entender como isso acontece. Só assim os médicos poderão deter esse processo com mais eficiência, salvar mais vidas.

E o que mais chamou atenção?

Também vimos muito comprometimento dos músculos, muita inflamação muscular. Isso pode explicar por que alguns doentes reclamam tanto de dores musculares.

Que outros órgãos podem ser afetados?

Vários. Sabemos que o coronavírus se liga às células que revestem o sistema respiratório, esses mesmos receptores presentes nas células epiteliais do pulmão existem em vasos sanguíneos, nos testículos, no cérebro. Ainda precisamos saber como é a ação do vírus em todo o corpo e descobrir se ele se liga também a outros tipos de receptores das células humanas e como ele deixa o sistema imunológico tão fraco.

Por que descobrir esses receptores é tão importante?

Descobrir receptores é importante porque podemos tentar bloqueá-los e fechar a porta para o vírus. É uma forma de deter a infecção. São alvos para tratamentos. Para tudo isso precisamos de dados e as autópsias minimamente invasivas são uma forma de obter esses dados.

O trabalho também envolve análise molecular?

Sim. Planejamos fazer uma cartografia do coronavírus no corpo humano. Faremos isso por exames moleculares de PCR, analisando a carga viral, para saber onde se concentra e também onde se esconde. Achamos que o coronavírus tem reservatórios no corpo humano. Lugares onde ele se esconde. Sabemos que nos homens, por exemplo, vírus gostam de se esconder nos testículos. Estamos em busca de seus esconderijos

Cientistas italianos e Brasileiros descobrem a verdadeira causa da morte das pessoas infectadas pelo coronavírus

Graças às autópsias realizadas pelos italianos, e também feitas no Brasil por cientistas pesquisadores, foi demonstrado que não é pneumonia que mata pelo Coronavírus, mas a coagulação intravascular disseminada, (trombose). Portanto, a maneira de combatê-lo é com antibióticos, anti-inflamatórios e anticoagulantes.

Segundo informações valiosas de patologistas italianos, nunca foram necessários ventiladores, nem a unidade de terapia intensiva. Se isso for verdade para todos os casos, estamos prestes a resolver mais cedo do que o previsto.

Importante saber sobre o Coronavírus:

Em todo o mundo, o COVID-19 está sendo atacado devido a um grave erro de diagnóstico.

Ele filmou um vídeo de uma família mexicana nos Estados Unidos que afirmava que foram curados com um remédio caseiro: três aspirinas de 500 gr dissolvidas em suco de limão fervido com mel, são tomadas quentes e no dia seguinte, como se nada tivesse acontecido com elas! Bem, a informação científica que se segue prova que eles estão certos!

Esta informação foi divulgada por um pesquisador médico da Itália e também por pesquisadores Brasileiros da USP

Graças a 50 autópsias realizadas em pacientes que morreram de COVID-19, eles descobriram que NÃO É PNEUMONIA, estritamente falando, porque o vírus não mata apenas pneumócitos desse tipo, mas usa uma tempestade inflamatória para criar uma trombose vascular endotelial, com Na trombose difusa correspondente, o pulmão é o mais afetado porque é o mais inflamado, mas também produz um ataque cardíaco ou derrame e muitas outras doenças trombóticas. De fato, os protocolos deixaram as terapias antivirais inúteis e concentraram-se nas inflamatório e anti-coagulação. Essas terapias devem ser feitas imediatamente, mesmo em casa, nas quais o tratamento dos pacientes responde muito bem quanto mais tarde são realizados, são menos eficazes. Na ressuscitação, eles são quase inúteis. Se os chineses tivessem denunciado, teriam investido em terapia caseira, não em terapia intensiva!

A FORMA COMO O CORONAVÍRUS MATA é a COAGUALAÇÃO INTRAVASCUAL DISSEMINADA (TROMBOSE).

Então, a maneira de combatê-lo é com antibióticos, anti-inflamatórios e anticougulantes.

Um patologista anatômico italiano relata que o hospital de Pergamo fez um total de 50 autopsias e a bolsa MIlan 20, ou seja, a casuística italiana é a mais alta do mundo, os chineses fizeram apenas 3, o que parece confirmar totalmente as informações. Anteriormente, em poucas palavras, o sucesso é determinado por uma coagulação intravascular disseminada ativada pelo vírus; portanto, a pneumonia intersticial não teria nada a ver com isso, seria apenas um grande erro diagnóstico. Duplicamos o número de locais de ranimação na UTI, com custos exorbitantes, desnecessariamente. Em retrospecto, tenho que repensar essas radiografias de tórax que foram discutidas há um mês e que foram discutidas como pneumonia intersticial; na verdade, ela pode ser totalmente consistente com essa coagulação interstitial disseminada.

As pessoas vão às UTIs para trombo, embolia venosa generalizada, geralmente um lúpus, se esse for o caso, intubações e ressuscitações são inúteis, se o tromboembolismo não for resolvido primeiro. Se você ventila um pulmão onde o sangue não vai, é inútil, de fato, nove (9) em cada dez (10) morrem. Porque o problema é cardiovascular, não respiratório.

CORONAVÌRUS:Éa microtrombose venosa, não a pneumonia, que determina a mortalidade.

Por que os trombos se formam? Porque a inflamação de acordo com o texto escolar induz trombose através de um mecanismo fisiopatológico complexo, mas bem conhecido. Então, o que a literatura científica disse especialmente da China até meados de março foi que antiinflamatórios não deveriam ser usados.

Agora, a terapia que está sendo usada na Itália é com anti-inflamatórios e antibióticos, como nas influenzas, e o número de pacientes hospitalizados foi reduzido. Muitas mortes, mesmo na faixa dos 40 anos, tinham história de febre por 10 a 15 dias, que não foram tratadas adequadamente aqui.A inflamação destruiu tudo e criou o terreno para a formação de trombos, porque o principal problema não é o vírus, mas a reação imune que destrói a célula onde o vírus entra. De fato, pacientes com artrite reumatóide nunca foram admitidos nos departamentos cobertos, porque estão em terapia com cortisona, o que é um ótimo anti-inflamatório. Essa é a principal razão pela qual as hospitalizações na Itália estão diminuindo e se tornando uma doença tratável em casa. Ao tratá-la bem em casa, não apenas a hospitalização é evitada, mas também o risco de trombose. Não foi fácil entender, porque os sinais de microembulismo desapareceram mesmo no ecocardiograma.

Neste final de semana foi feita a comparação dos dados de 50 pacientes entre os que respiram mal e os que não respiram, e a situação parece muito clara.

Com esse importante achado, é possível retornar à vida normal e abrir os negócios fechados devido à quarentena, não imediatamente, mas é hora de publicar esses dados, para que as autoridades de saúde de cada país façam suas respectivas análises dessas informações e evitar mais mortes inúteis e a vacina pode vir mais tarde.

De acordo com informações valiosas de patologistas italianos, ventiladores e unidades de terapia intensiva não são necessários. Portanto, precisamos repensar os investimentos para lidar adequadamente com esta doença.

Casa Coelho

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