Covid-19 é uma Bactéria que causa a morte por TROMBOSE, afirmam médicos da Alemanha

COVID-19: Aut√≥psia nos corpos mostra agress√£o descomunal do v√≠rus (Bact√©ria) que provoca microtombos (uma esp√©cie de trombose), nas art√©rias entupindo-as e impedindo que o sangue leve oxig√™nio aos pulm√Ķes

Por Da Redação em 08/11/2020 às 20:48:34
Portal de Bradenburg na Alemanha: Médicos alemães concordam com os médicos da USP e da Itália. O que mata pelo Covid-19 é a MICROTROMBOSE

Portal de Bradenburg na Alemanha: Médicos alemães concordam com os médicos da USP e da Itália. O que mata pelo Covid-19 é a MICROTROMBOSE

Covid-19 é

uma Bactéria

que causa a

morte por

TROMBOSE

É a afirma√ß√£o de médicos alem√£es que est√£o curando pacientes com tratamento diferenciado. Próxima matéria revela tudo isso

COVID-19: Autópsia nos corpos mostra agress√£o descomunal do v√≠rus que provoca microtombos (uma espécie de trombose), nas artérias entupindo-as e impedindo que o sangue leve oxig√™nio aos pulm√Ķes

V√≠rus enganam o sistema imunológico e provocam trombose entupindo

as artérias agressivamente e isso paralisa o fluxo de oxig√™nio para os

pulm√Ķes onde a pessoa fica som falta de ar e morre sufocada


UTI: a maioria dos pacientes morre depois de internados

UTI: a maioria dos pacientes morre depois de internados

Saiba o que

revelam

as autópsias

feitas em

vítimas do Covid-19

(Jacob King - WPA Pool/Getty Images)
(Jacob King - WPA Pool/Getty Images)

Sepultados sem velório, em caix√£o fechado e isolados em seus momentos finais, os mortos pela Covid-19 no Brasil come√ßam a ajudar os médicos a aprender sobre a doen√ßa e a impedir que mais pessoas morram. Usando uma estratégia de autópsia minimamente invasiva, para evitar o cont√°gio, cientistas da equipe de Paulo Saldiva, professor titular do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de S√£o Paulo (USP) se defrontaram com a "enorme agressividade do coronav√≠rus" e encontraram pistas de seus esconderijos.

Ele apresentou os primeiros resultados numa sess√£o cient√≠fica virtual na Academia Nacional de Medicina (ANM), da qual é membro. O trabalho foi realizado com as médicas e pesquisadoras da USP Marisa Dolhnikoff e Renata Monteiro.

Foi a forma que encontramos de investigar os corpos de v√≠timas dessa doen√ßa altamente contagiosa. As autópsias convencionais est√£o paradas. Ent√£o usamos tomografia, ultrassom e microscopia. Imagens de ultrassom nos guiam para retirar, por meio de pun√ß√£o por agulha, amostras dos órg√£os. As amostras s√£o depositadas num biorepositório para an√°lises futuras. J√° t√≠nhamos empregado esse método antes.

Em que circunst√Ęncias?

J√° usamos essa técnica para analisar o cérebro de v√≠timas do mal de Alzheimer. Também, por exemplo, em casos de jovens pacientes com c√Ęncer, que n√£o sobreviviam ao transplante. E temos o duvidoso privilégio de esta ser a terceira vez em que estudamos doen√ßas infecciosas com autópsias minimamente invasivas.

Quais foram as anteriores?

A primeira foi com o H1N1, em 2009. Fizemos mais de mil autópsias, é a maior amostra do mundo. E estamos observando que o coronav√≠rus é mais agressivo do que o H1N1. Ele promove uma depress√£o muito grande do sistema de defesa. O corpo fica entregue à própria sorte.

E a segunda vez?

A segunda vez foi com a febre amarela. Fizemos 80 autópsias. As v√≠timas tinham claros sinais de tempestade imunológica, a chamada tempestade de citocinas. Ainda temos d√ļvidas sobre as tempestades de citocinas na Covid-19. As autópsias nos mostram informa√ß√Ķes que de outra forma n√£o acessar√≠amos. Por isso, as fam√≠lias que autorizam as autópsias fazem um gesto fundamental. É uma doen√ßa contagiosa, os órg√£os n√£o poderiam ser mais usados. Ent√£o, essas fam√≠lias doam conhecimento.

E o que j√° aprenderam?

Estamos no início. Mas já observamos enorme destruição, o coronavírus ataca com enorme agressividade.

Em quanto tempo os resultados ficam prontos?

Temos procurado ser os mais √°geis poss√≠vel. O resultado fica pronto de um dia para o outro. Repassamos os resultados em reuni√Ķes regulares com o pessoal que est√° em atendimento nas UTIs.

Quantas autópsias j√° realizaram?

J√° fizemos 15 autópsias, apresentamos os resultados de dez delas. Mas a nossa meta é chega a cerca de 60. Com elas, queremos dar aos médicos uma chance de ver o que acontece dentro das células dos pacientes.

Qual era o perfil das vítimas?

As dez v√≠timas da Covid-19 cujos corpos foram autopsiados primeiro tinham entre 33 anos e 83 anos, cinco homens e cinco mulheres. Tr√™s deles chegaram ao hospital para morrer. J√° vieram muito doentes. Os demais ficaram até 15 dias internados. Com o estudo desses corpos queremos saber por que alguns casos evoluem t√£o depressa e outros se prolongam tanto até o desfecho fatal. Uma pessoa que passou 15 ou 20 dias internada e faleceu ficou 20 dias doente ou a infec√ß√£o a afetou por muito mais tempo? N√£o sabemos.

O que viram?

Estudamos v√°rios órg√£os, como o pulm√£o, o f√≠gado, os rins e o ba√ßo. Vimos uma agressividade impressionante do coronav√≠rus. E sinais da resposta imunológica. Mas n√£o sabemos como o coronav√≠rus ilude a resposta imunológica. Queremos descobrir por que o coronav√≠rus ataca com tanta avidez o sistema respiratório. Observamos que 80% das v√≠timas fatais sofreram microtrombos, principalmente nos pulm√Ķes.

O que s√£o esses microtrombos?

S√£o entupimentos dos pequenos vasos sangu√≠neos. Obstru√≠dos, eles param de levar sangue para os pulm√Ķes. O v√≠rus de alguma forma causa trombose, queremos entender como isso acontece. Só assim os médicos poder√£o deter esse processo com mais efici√™ncia, salvar mais vidas.

E o que mais chamou atenção?

Também vimos muito comprometimento dos m√ļsculos, muita inflama√ß√£o muscular. Isso pode explicar por que alguns doentes reclamam tanto de dores musculares.

Que outros órg√£os podem ser afetados?

V√°rios. Sabemos que o coronav√≠rus se liga às células que revestem o sistema respiratório, esses mesmos receptores presentes nas células epiteliais do pulm√£o existem em vasos sangu√≠neos, nos test√≠culos, no cérebro. Ainda precisamos saber como é a a√ß√£o do v√≠rus em todo o corpo e descobrir se ele se liga também a outros tipos de receptores das células humanas e como ele deixa o sistema imunológico t√£o fraco.

Por que descobrir esses receptores é t√£o importante?

Descobrir receptores é importante porque podemos tentar bloque√°-los e fechar a porta para o v√≠rus. É uma forma de deter a infec√ß√£o. S√£o alvos para tratamentos. Para tudo isso precisamos de dados e as autópsias minimamente invasivas s√£o uma forma de obter esses dados.

O trabalho também envolve an√°lise molecular?

Sim. Planejamos fazer uma cartografia do coronav√≠rus no corpo humano. Faremos isso por exames moleculares de PCR, analisando a carga viral, para saber onde se concentra e também onde se esconde. Achamos que o coronav√≠rus tem reservatórios no corpo humano. Lugares onde ele se esconde. Sabemos que nos homens, por exemplo, v√≠rus gostam de se esconder nos test√≠culos. Estamos em busca de seus esconderijos.

Fonte: Yahoo Press

Fonte: USP Min Sa√ļde It√°lia e Alemanha

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